Dusty Kid pela Primera Vez no Brasil
Dusty Kid é um dos nomes mais comentados nos setlists de grandes DJs em 2007. Suas produções foram e são tocadas por ninguém menos que Richie Hawtin, Sven Vath, Ricardo Villalobos, Magda, Tiefschwarz e Domenic Eulberg. O italiano da Sardenha Paolo Alberto Lodde, o tal Dusty Kid, tocou pela primeira vez no Brasil no dia 20 de dezembro, na noite Moving (D-Edge) e fez um live act que não deixou ninguém ficar parado.
Em entrevista exclusiva para o site do D-Edge, Dusty Kid contou um pouco de suas inspirações e produções, e confessa estar apaixonado por country music americana. Ele afirma que depois da música eletrônica seus maiores interesses são: “boys, shopping and parties”. Então tá!
KS- – Como você começou no mundo da eletrônica ?
DK – Eu comecei bem cedo, tinha 14 anos e ganhei um pequeno seqüenciador de presente que vinha com algumas músicas techno.
KS- – Você sempre quis ser famoso? Em outra entrevista você afirmou que já atingiu esse objetivo, mas que deseja ir ainda mais longe. O que você quis dizer com isso?
DK – Sim, é verdade eu sempre quis ser famoso desde criança! Hoje em dia todo mundo pode fazer música eletrônica e ficar famoso, isso já aconteceu comigo. Quero ir mais longe, pois não é fácil fazer uma boa melodia e produzir uma música que marque as pessoas e que elas nunca a esqueçam.
KS- – Você prefere tocar live ou fazer DJ set?
DK – Por um lado, eu acho que fazer um live act é melhor do que fazer DJ set. Se hoje em dia Sven Vath toca 15 discos, amanhã você pode navegar na internet, achar o playlist e tocar a mesma coisa no dia seguinte. Mas se você é músico, as pessoas podem ouvir exatamente o que você faz no estúdio, com a vantagem de você remixar suas próprias músicas. Para mim isso é bem mais interessante!
KS- – O que te inspira para produzir?
DK – Qualquer coisa pode me inspirar, depende do que acontece comigo. As viagens que tenho feito pelo mundo afora tem sido muito inspiradoras.
KS- – Você tem algum processo especifico para produzir suas músicas?
DK – Basicamente o processo é tentar reproduzir com os sintetizadores uma melodia que está em algum lugar na minha mente.
KS- – Sobre o Duoteque, sua parceria com Andréa Fearlin, como tudo começou?
DK – A parceria com Andrea Tryn começou depois de uma experiência que tive em um grande selo italiano em 2003. Comecei a tocar em estúdio junto com o Andrea para ter novas direções e juntar as nossas diferenças musicais. Andrea tem um background incrível!
KS- – Quais seus próximos planos?
DK – Ultimamente estou trabalhando no meu primeiro álbum que eu acho que deve ser lançado antes do verão europeu (entre maio e junho). Depois disso eu quero fazer uma trilha para um filme western, ou alguma coisa ambientada no centro dos Estados Unidos.
KS- – O que você tem escutado ultimamente?
DK – Tenho escutado Midlake, uma banda country do Texas, eu estou amando o som deles!
KS- – Quais equipamentos você está trazendo para se apresentar no D-Edge?
DK – Nada muito especial. Apenas um laptop, um cartão de áudio e dois controladores midis.
Dusty Kid – Myspace:
http://www.myspace.com/dustylittlekid
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